Universitários lêem pouco, revela Enade
pensemos então: segundo o enade, universitários não têm o costume de ler afora suas obrigações acadêmicas. no máximo dois livros ao ano.
continuemos a pensar juntos: a nota do enade é inversamento proporcional à inteligência dos alunos. quanto maior a nota mais obtusos são os estudantes. considerando aqui inteligência como capacidade de discernimento e senso crítico.
as principais universidades do país boicotam o ENADE, vide usp, unicamp e unb. na ufu a grande maioria boicotou, os único cursos que levaram o enade a sério foi o direito e a contábeis. bom, não é segredo para ninguém que essas faculdades são o reduto dos idiotas e medíocres em qualquer lugar do mundo.
concluindo meu raciocínio: alunos que levaram o ENADE a sério não lêem mais de dois livros ao ano. quem não lê é idiota. logo esses alunos são idiotas. não é segredo para ninguém, néam?
nós, do meu probre curso de ciências sociais, tiramos a pior nota do ENADE (orgulho dos professores) li 22 livros não-acadêmicos ano passado. estamos em julho e eu já li 13 esse ano. e eu estou com o coraçãozinho doendo de não ter mais tanto tempo assim. é, como diz meu professor, se eu continuar desse jeito vou acabar mera professora. isso é ruim?
10.7.07
9.7.07
Psicólogo: Você foi presa com seu namorado? Fale-me sobre isso.
Rory: Falar o que? Ele era meu namorado e agora não é mais.
Psicólogo: Não é.
Rory: Não, não é. Nós terminamos. Ah não, desculpe. Ele terminou. Eu pensei que nós estavamos apenas dando um tempo, mas pelo jeito sou uma retardada!
Psicólogo: Ele é o Logan...
Rory: Você tem o nome dele também? Super! Quer dizer, isso é justo? Ele some, e então ele aparece de repente, "A propósito, eu amo você!" Eu amo você? Isso é sério? Nada por semanas, e então ele decide que me ama? Eu roubei um barco com ele! Eu nunca roubei um barco com Dean!
Psicólogo: Quem é Dean?
Rory [chorando]: Meu ex-namorado casado com quem perdi minha virgindade.
Psicólogo: Uau.
Rory: Eu acho que não vou aguentar me encontrar com ele todos os dias no jornal, no carro de café. Ah meu Deus, vou ter que parar de tomar café! E eu amo muito café!
And i Really love coffee.
Rory: Falar o que? Ele era meu namorado e agora não é mais.
Psicólogo: Não é.
Rory: Não, não é. Nós terminamos. Ah não, desculpe. Ele terminou. Eu pensei que nós estavamos apenas dando um tempo, mas pelo jeito sou uma retardada!
Psicólogo: Ele é o Logan...
Rory: Você tem o nome dele também? Super! Quer dizer, isso é justo? Ele some, e então ele aparece de repente, "A propósito, eu amo você!" Eu amo você? Isso é sério? Nada por semanas, e então ele decide que me ama? Eu roubei um barco com ele! Eu nunca roubei um barco com Dean!
Psicólogo: Quem é Dean?
Rory [chorando]: Meu ex-namorado casado com quem perdi minha virgindade.
Psicólogo: Uau.
Rory: Eu acho que não vou aguentar me encontrar com ele todos os dias no jornal, no carro de café. Ah meu Deus, vou ter que parar de tomar café! E eu amo muito café!
And i Really love coffee.
5.7.07
bebidinha
daí ontem eu tinha que aplicar prova no cursinho. como no caminho tinha uma pedra, ou melhor cervejas, eu fiquei bebendo umas cervejinhas com uns amigos meus no d.a da geo, deixei meus alunos fazendo prova, voltei para o d.a, bebi mais umas cervejinhas e fui embora .reflentindo sobre a minha condição alcólica, eu penso: sou incapaz de dizer não quando alguém me oferece álcool. posso não ir atrás, posso não beber sozinha, mas me ofereceu, acabou. qualquer hora do dia e da noite. isso muito me deixa com medo. mas enfim...

Eu tenho medo
eu quero dreher no fim do semestre :~
Eu tenho medo
eu quero dreher no fim do semestre :~
4.7.07
andrades
plagiando macunaíma, o herói sem nenhum caráter:
aaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiii queeeeeeee preguiiiiiiiiiiiiça!!!!
e ainda faltam 33 dias.
;/
aaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiii queeeeeeee preguiiiiiiiiiiiiça!!!!
e ainda faltam 33 dias.
;/
29.6.07
solução.
Sirley Dias de Carvalho, 32 anos, empregada doméstica, teve o azar de ser obrigada a acordar na madrugada de sábado, para enfrentar a via crucis da saúde pública, num posto na Baixada Fluminense, onde se submeteria a um exame. Parada num ponto de ônibus na Barra da Tijuca, bairro afluente em que trabalha, foi avistada por cinco jovens da classe média alta da região.Estava armada a cena em que transcorreria uma agressão bárbara.
Quando Rubens Arruda, 19 anos, estudante de direito; Rodrigo Bassalo, 21, estudante de turismo; Felippe de Macedo Nery Neto, 20, estudante de administração; Júlio Junqueira, 21, estudante de gastronomia, e Leonardo Andrade, de 19, técnico de informática, pararam o carro, derrubaram Sirley e a espancaram, surgia um desses casos diante dos quais a sociedade brasileira tem de exigir punição rápida e rigorosa, e refletir.
quando eu falo que a solução para o brasil é tacar fogo em todas as faculdades de direito e tacar sal em cima, ninguém acredita em mim.
Segundo o pai de um dos acusado, Sirley teria sido confundida pelos rapazes com uma prostituta.
deixa eu ver se eu entedi: bater em empregada não pode, mas em prostitua sim? o pai do moleque tinha que ser preso junto com ele, no mínimo.
Outra declaração de Ludovico, é de que ´Sirlei é mais frágil por ser mulher, por isso fica roxa com apenas uma encostada´.
acabo de mudar de opinião. os pais não deviam ser presos juntos. deviam levar um cacete para ver quem é frágil. pqp.
Quando Rubens Arruda, 19 anos, estudante de direito; Rodrigo Bassalo, 21, estudante de turismo; Felippe de Macedo Nery Neto, 20, estudante de administração; Júlio Junqueira, 21, estudante de gastronomia, e Leonardo Andrade, de 19, técnico de informática, pararam o carro, derrubaram Sirley e a espancaram, surgia um desses casos diante dos quais a sociedade brasileira tem de exigir punição rápida e rigorosa, e refletir.
quando eu falo que a solução para o brasil é tacar fogo em todas as faculdades de direito e tacar sal em cima, ninguém acredita em mim.
Segundo o pai de um dos acusado, Sirley teria sido confundida pelos rapazes com uma prostituta.
deixa eu ver se eu entedi: bater em empregada não pode, mas em prostitua sim? o pai do moleque tinha que ser preso junto com ele, no mínimo.
Outra declaração de Ludovico, é de que ´Sirlei é mais frágil por ser mulher, por isso fica roxa com apenas uma encostada´.
acabo de mudar de opinião. os pais não deviam ser presos juntos. deviam levar um cacete para ver quem é frágil. pqp.
28.6.07
mauss, bridget jones, chocolates...
não sei se alguém que acompanha esse humilde folhetim, já teve a oportunidade de ler O ensaio sobre a dádiva, obra prima do antropólogo francês marcel mauss, e na minha mais humilde opinião, o texto mais bonito da antropologia clássica.
em linhas gerais (muito gerais) mauss analisa as trocas entre sociedades tribais como forma de alianças, que só aconteceriam se a dádiva recebida fosse agradecida com outra, por isso trocas. um dos capítulos mais profundos (não consigo pensar outra expressão) é o a dádiva e/ou a obrigação de dar presentes . nele, o autor explica o fato que quando uma tribo recebia presente de outra se esforçava em retribuí-lo de uma maneira ainda melhor, sendo assim, acabava em um círculo vicioso de dar-e-receber presentes. a partir desse princípio, o autor, avalia a tese segundo a qual a dádiva é fundamento de toda sociabilidade e comunicação humanas, assim como sua presença e sua diferente institucionalização em várias sociedades analisadas por ele, capitalistas ou não.
até aí, tudo bem. mas o problema - e aí novamente - na minha MAIS humilde opinião, é a leitura vulgar desse texto.
as pessoas que fazem esse tipo de leitura acabam ficando obcecadas, vendo dádiva em cabeça de cavalo (eu sou muito engraçada) mas continuando o papo sério: se você dá uma balinha para uma pessoa assim, ela já acha que precisa te retribuir com um chocolate, e não é porque ela quer te dar o chocolate, é porque ela acha que você só deu a balinha esperando o chocolate.acabam caindo em um niilismo maior que do schopenhauer. acabam levando sua vida pessoal de uma maneira artificial, achando que as relações humanas são baseadas na falsidade e no interesse, e acabam se transformando em aleijados emocionais (bridget jones na cabeça) e isso é muito triste. de verdade.
portanto, se faz necessária uma grande abstração dos textos acadêmicos, juntamente com uma análise histórica-economica-social-comportamental-cognitiva-epistemológica-ontológica. senão a gente acaba maluca. juro por deus que acaba.
PS: esse não é um texto de uma antropóloga e muito menos de uma socióloga. quando eu tiver o meu diploma, será um texto de uma cientista social. depois do mestrado, eu serei uma antropóloga, mas SÓ depois ;)
em linhas gerais (muito gerais) mauss analisa as trocas entre sociedades tribais como forma de alianças, que só aconteceriam se a dádiva recebida fosse agradecida com outra, por isso trocas. um dos capítulos mais profundos (não consigo pensar outra expressão) é o a dádiva e/ou a obrigação de dar presentes . nele, o autor explica o fato que quando uma tribo recebia presente de outra se esforçava em retribuí-lo de uma maneira ainda melhor, sendo assim, acabava em um círculo vicioso de dar-e-receber presentes. a partir desse princípio, o autor, avalia a tese segundo a qual a dádiva é fundamento de toda sociabilidade e comunicação humanas, assim como sua presença e sua diferente institucionalização em várias sociedades analisadas por ele, capitalistas ou não.
até aí, tudo bem. mas o problema - e aí novamente - na minha MAIS humilde opinião, é a leitura vulgar desse texto.
as pessoas que fazem esse tipo de leitura acabam ficando obcecadas, vendo dádiva em cabeça de cavalo (eu sou muito engraçada) mas continuando o papo sério: se você dá uma balinha para uma pessoa assim, ela já acha que precisa te retribuir com um chocolate, e não é porque ela quer te dar o chocolate, é porque ela acha que você só deu a balinha esperando o chocolate.acabam caindo em um niilismo maior que do schopenhauer. acabam levando sua vida pessoal de uma maneira artificial, achando que as relações humanas são baseadas na falsidade e no interesse, e acabam se transformando em aleijados emocionais (bridget jones na cabeça) e isso é muito triste. de verdade.
portanto, se faz necessária uma grande abstração dos textos acadêmicos, juntamente com uma análise histórica-economica-social-comportamental-cognitiva-epistemológica-ontológica. senão a gente acaba maluca. juro por deus que acaba.
PS: esse não é um texto de uma antropóloga e muito menos de uma socióloga. quando eu tiver o meu diploma, será um texto de uma cientista social. depois do mestrado, eu serei uma antropóloga, mas SÓ depois ;)
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