- e remédio, você, toma?
29.12.12
O dia em que quase virei sopa de batata.
- e remédio, você, toma?
25.11.12
É O MONET! É O MONET!
12.11.12
25.10.12
que vida feliz!
23.10.12
500 tons de simpatia
- Marina, você já leu esse livro?
- Não..erm..nunca?
- Se quiser eu te empresto, é muito bom!
- Não, obrigada. Não leio sublitaratura ruim.
a cara delas, gente, a cara delas...
9.9.12
as atualizações de corações partidos foram atualizadas.
também teve aquele parte horrível de todo mundo começar a desconfiar de mim, dos meus amigos. e aquelas coisas engraçadas de acharem que eu era do crime organizado. RISOS.
e teve um coração partido. um coração partido como nunca antes na história desse país, simplesmente porque nem eu sabia mais que sentiria algo tão forte assim por alguém, de novo, depois de longos anos com o coração ocupado, quase sempre pela mesma pessoa, de várias formas diferentes.
mas esse sentimento apareceu. e, com ele, o maior coração partido dos corações partidos.
porque é um daqueles que a gente nunca vai saber como teria sido, porque, de verdade, nunca foi.
triste, né? eu sei.
15.7.12
quem é o cafetão? o Fabio?
- então a gente pode ir no festival internacional de cinema... vou ler as sinopses do filme
- tá
- Mona Paparu é húngara e mora na Romênia. Ela deixa a filha pequena com sua tia para poder visitar seu pai na Alemanha. Ela não o via há anos e ele diz estar muito doente. Mas, chegando lá, Mona descobre que o pai está endividado com traficantes. Ele a entrega aos cuidados de dois traficantes de escravas, que a levam para a Inglaterra. Mona termina num elegante porém estranho bordel, o Bibliothèque Pascal, onde as prostitutas são forçadas a agir como personagens de histórias literárias.... hahahahahahahaahhaha
- oi?
- quem é o cafetão desse bordel o fabio camacho?
RISOS!
E não é que o filme é bom, gente?
2.7.12
Alguns motivos para AMAR Buenos Aires
30.6.12
Ah, eu vou lá saber nome de CANTOR DE TANGO??

14.6.12
OI OI OI - a gente se apega, né?
27.5.12
sem ritalina só falo bobagem!
8.1.12
2012

12.12.11
Jardim de infância mandou lembranças.
Max Weber cunhou um conceito muito legal na Sociologia denominado Ação Social. em linhas gerais - bem gerais - é aquilo que se faz, não se faz, ou deixa-se de fazer.
a princípio o não fazer e o deixar-se de fazer podem parecer a mesma coisa, mas não são. tipo assim: você vê uma velhinha atravessando a rua e pode ajudá-la a atravessar (fazer); você pode jogar cascas de bananas em toda a faixa de pedestre e evitar que ela atravesse (não-fazer); ou pode simplesmente cagar para a velhinha e a porra da faixa, mas saiba você que se ela atravessar sozinha e for atropelada a culpa será sua.
do you got it?

naum rssr!
mas o motivo pelo qual eu estou falando essas coisas é que eu fico muito puta quando nego me chama de rancorosa, sabe? porque é uma análise tão superficial da situação, tão simplista. porque eu não guardo rancor. e não é nem aquele estilo biscatismo de "ai, não guardo nem dinheiro vou guarZZZZzz". bitch, please! o problema é que eu posso até tomar no cu uma vez, mas duas, jamais. porque eu não permito que nego faça isso comigo. não mais, ao menos. e daí tinha essa pessoa que, obviamente, todo mundo achava que eu guardava maior rancor do mundo - ela mesma, inclusive - aí nego passou por maus lençóis e quem acabou estando lá por ela? eu. a idiota. e, sabe? nem me arrependo. porque eu sempre funcionei assim: eu faço o que eu acho certo. teria 145589696 de motivos para mandar a pessoa se foder sozinha e chafurdar na lama e não consegui. simples. mas, né? sou rancorosa. aí o que me mata, no momento, é o não fazer. a hora de retribuir, de ao menos fingir, sabe? E, cadê? nego deixa de fazer. caga. anda. e depois quer exigir certas coisas. certas coisas que você não pode mais oferecer, porque, oi? não faz sentido. aí que que nego faz? TE BLOQUEIA NO FACEBOOK.
isso que eu demorei só um mês para notar.
8.12.11
if we lose we're going straight to Hell

24.11.11
We're like how we were again
31.10.11
30 Day Book Challenge! - Dia 08: um livro que deveria ser um best-seller

"O bastardo filho de Bartolomeu Bueno da Silva, o Anhanguera, narra a saga de Luis de Assis Mascarenhas, governador da província de São Paulo e Minas de Goyazes, que está indo para o Arraial de Santana com a função de fazer com que a Minas de Goyazes tenha autonomia administrativa. Ele está acompanhado de uma ampla comitiva, composta pelos mais diversos personagens, desde um padre medroso até um “encantador” de serpentes, o narrador-bastardo. A viagem é pontuada por acontecimentos insólitos e alguns um tanto quanto sinistros, que vão dando a narrativa uma eloquência que não nos fazer perder o interesse pela história que está sendo contada. Mesmo diante de todos os percalços do cerrado, de todos os contratempos que permeiam a viagem toda, a comitiva chega ao seu objetivo, com uma recepção acalorada e fogosa dos moradores de Arraial de Santana. Um passo dado para mais uma página da história do Brasil"
16.10.11
30 Day Book Challenge! - Dia 07: um livro que é difícil de ler

"O livro conta as aventuras de dois indianos muçulmanos que sobreviveram a um atentado a bomba de separatistas sikh em um avião. Após a queda, na Inglaterra, um deles, Saladim Chamcha, desenvolve chifres, cascos e um rabo. O outro, Gibreel Farishta, cria um halo e sonha em conhecer o profeta Mahound (antigo termo pejorativo para Maomé)."
com essa história de livro difícil de ler, eu me lembrei de uma carta que o Kafka escreveu para um amigo dele em 1904 sobre o que ele pensava sobre os livros que lia.
“No fim das contas, penso que devemos ler somente livros que nos mordam e piquem. Se o livro que estamos lendo não nos sacode e acorda como um golpe no crânio, por que nos darmos o trabalho de lê-lo? Para que nos faça feliz, como diz você? Seríamos felizes da mesma forma se não tivéssemos livros. Livros que nos façam felizes, em caso de necessidade, poderíamos escrevê-los nós mesmos. Precisamos é de livros que nos atinjam como o pior dos infortúnios, como a morte de alguém que amamos mais do que a nós mesmos, que nos façam sentir como se tivéssemos sido banidos para a floresta, longe de qualquer presença humana, como um suicídio. É nisso que acredito.”
não só você, kafka. não só você.
8.10.11
We've been through this such a long, long time just trying to kill the pain
30.9.11
30 Day Book Challenge! - Dia 06: um livro que te faz chorar
27.9.11
30 Day Book Challenge! - Dia 05: um livro de não-ficção que você realmente gostou

"As redes mundiais de comércio ilegal de armas, drogas, órgãos humanos, imigrantes, bens falsificados, prostitutas, arte roubada, além do terrorismo e da lavagem de dinheiro são hoje uma parte consolidada da economia internacional e movimentam centenas de bilhões de dólares ao ano. Neste livro, Moisés Naím, editor da revista Foreign Policy, realiza uma investigação detalhada e pioneira sobre um lado pouco conhecido da globalização - as atividades ilícitas. Contrabandistas, traficantes e piratas sempre existiram, mas nunca com um poder econômico que gira em torno de 10% de todo o comércio mundial, muito menos com um poder político capaz de controlar nações inteiras. Com dados surpreendentes e exemplos atuais, o autor faz de 'Ilícito' uma contribuição indispensável a todos que desejam conhecer um pouco mais sobre essa nova economia global, mais interligada, mais rápida e menos sujeita ao controle dos Estados."




